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Produção industrial volta a crescer, mas segue distante do patamar pré-pandemia

Publicada em 04/07/2023 às 09:39h - 22 visualizações

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Setor responsável por cerca de 20% do PIB nacional avançou 0,3% em maio, após queda do mês anterior interromper alta registrada ao fim do primeiro trimestre, mostra IBGE

ECONOMIA | Do R7

04/07/2023 - 09H02 (ATUALIZADO EM 04/07/2023 - 09H31)

Indústria opera em nível 1,5% abaixo do pré-pandemia

Indústria opera em nível 1,5% abaixo do pré-pandemia

RALPH ORLOWSKI/REUTERS/FILE PHOTO

Depois de recuar em abril devido à menor fabricação de produtos alimentícios, a produção industrial cresceu 0,3% em maio, mostram dados divulgados nesta terça-feira (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).

Com a alta apresentada pela PIM (Pesquisa Industrial Mensal), o setor responsável por cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional figura em um patamar 1,5% inferior ao apurado em fevereiro de 2020, o último mês sem o impacto da pandemia de coronavírus na economia nacional, e 18,1% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011.

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Em março, a indústria havia avançado 1,1%, o que interrompeu uma sequência de dois meses de queda. No ano, o setor acumula perda de 0,4%, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses, a variação foi nula (0,0%).

"O resultado de maio também traz uma disseminação de taxas positivas por três das quatro grandes categorias econômicas e 19 dos 25 ramos investigados", destaca André Macedo, gerente responsável pela pesquisa

A disseminação positiva representa o maior espalhamento desde setembro de 2020, quando havia 23 atividades mostrando crescimento. Macedo, no entanto, recorde que, na época, o setor industrial se recuperava de perdas intensas enfrentadas em março e abril daquele ano, no início da pandemia no país.

Atividades

Na comparação com abril, as maiores influências positivas sobre o resultado da indústria vieram dos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (7,7%), veículos automotores, reboques e carrocerias (7,4%) e máquinas e equipamentos (12,3%).

Na atividade de derivados do petróleo, o resultado é o quarto positivo seguido, acumulando ganho de 15,0% no período. Já o segmento de veículos automotores, reboques e carrocerias voltou a crescer após dois meses consecutivos de queda, quando acumulou redução de 2,6%.

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"Março e abril foram marcados pelas paralisações e as concessões de férias coletivas no setor. O crescimento [da fabricação de veículos] em maio é explicado pela volta à produção", afirma Macedo.

Na mesma comparação, a expansão de máquinas e equipamentos ajudou o setor a recuperar parte da perda apontada em abril (-11,7%). “Nesse segmento, destaca-se o aumento da produção de bens de capital voltados para o setor agrícola e para a área de construção”, afirma o pesquisador.

Outras atividades com resultados positivos em maio foram indústrias extrativas (1,2%), produtos de metal (6,1%), outros equipamentos de transporte (10,2%), metalurgia (2,1%), produtos diversos (6,6%) e couro, artigos para viagem e calçados (4,9%).

Produtos alimentícios

Entre os setores que pressionaram negativamente a indústria estão o de produtos alimentícios (-2,6%), que recuou pelo quinto mês consecutivo, e o de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,7%), que também já havia retraído em abril (-0,4%). Macedo ressalta, porém, que o setor de alimentos vinha de uma sucessão de bons resultados no fim do ano passado.

“O saldo desse setor é positivo se considerarmos um período maior. Além de ser precedido por taxas positivas de grande amplitude, o resultado negativo em maio é relacionado a outros fatores, como a queda na produção de carne de bovinos e derivados de soja”, explica ele.

O setor de alimentos, que responde por cerca de 15% do índice geral, acumula um ganho de 8,3% quando somados os três últimos meses de 2022 e os cinco primeiros meses deste ano. Com as cinco quedas seguidas, o setor acumula perda de 9,7%.




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